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  • Sancionada a Lei Professor Aníbal que permitirá a regularização de milhares de ocupações em terras públicas rurais no DF

    O governador Ibaneis Rocha sancionou, na manhã desta quinta-feira (3/12), a “Lei Professor Aníbal”, que permitirá a regularização de milhares de ocupações históricas sobre terras públicas rurais no Distrito Federal. Com a nova legislação, ocupações de natureza rural poderão ser legalizadas, permitindo que pequenos, médios e grandes produtores tenham segurança jurídica para que continuem a produzir e gerar emprego e renda no campo. A solenidade foi realizada no Palácio do Buriti.

    Batizada de Lei Professor Aníbal, a redação final que entra hoje em vigor, vem ao encontro da reivindicação de produtores que ocupam terras públicas rurais há décadas. O professor Aníbal Coelho, falecido em janeiro deste ano, foi fundador e líder comunitário da Associação de Proprietários e Produtores Rurais do Núcleo Rural Casa Grande, no Gama, desde 1978. Ele é um exemplo no DF da luta pela regularização rural.

    Nos últimos meses de vida, Aníbal pôde receber o primeiro Termo de Transação Judicial de um total de 90 que foram entregues pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), em 2019, às famílias do Núcleo Rural Casa Grande. O documento confere a legitimidade de posse aos moradores da região após quatro décadas de ocupação.

    Ao menos 5 mil ocupantes rurais serão beneficiados com a nova legislação.

     “A grande maioria dos agricultores veio para cá com a promessa de desenvolvimento, crescimento e sustentação das suas famílias, e eles estão há 60 anos aguardando o cumprimento dessas promessas”, destacou o governador Ibaneis Rocha. “Infelizmente, a maioria não teve a oportunidade de ver a sanção de um projeto desta natureza, que dá a condição de regularização fundiária para mais de cinco mil famílias do DF.

    Ainda na ocasião da sanção, o governador anunciou a criação de uma empresa subsidiária da Terracap, que se chamará Instituto de Terras Rurais do Distrito Federal (INTER-DF). A nova empresa vai funcionar aos moldes do Parque Tecnológico – Biotic. Ou seja, a Agência vai criar a empresa internamente, mas destacá-la para que ela possa ter autonomia jurídica, operacional e financeira, assumndo a condição da regularização fundiária das áreas rurais do DF. 

    A Lei Professor Aníbal altera a legislação vigente (Lei 5.803/2017) para incluir novos modelos de regularização. Um deles beneficia a produtora rural Cleusa Gallo (69). Há quase três décadas ela mora em uma gleba de 4 hectares, no Núcleo Rural Capoeira do Balsamo. No local, planta verduras, condimentos e frutas – todos orgânicos. A variedade é tanta, que dona Cleusa já não consegue mais listar todos os alimentos produzidos na terra. Cleusa também cria porcos e galinhas. Para dar conta da produção, tem cinco empregados.

    A área ocupada por ela fica no Lago Norte e, embora com características rurais, atualmente, está situada formalmente em uma zona urbana pelo Plano de Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (PDOT). Com a nova lei, as glebas com características rurais inseridas em zona urbana também serão regularizadas.

    A Lei Professor Aníbal prevê a possibilidade de formalizar contratos específicos para que esse tipo de ocupação seja legalizada. E em razão do foco na utilização rural, a ser certificada pela Seagri, a retribuição desse tipo de gleba terá isonomia com o preço de concessão da macrozona rural, ou seja, será baseada na tabela de preços mínimos expedida pelo Incra, hoje em R$ 70,11 por hectare, por ano.

    “Para nós, produtores rurais, a lei é maravilhosa. Beneficiará não só a mim como milhares de famílias que se sustentam do fruto do campo”, disse dona Cleusa. Ela explica que a regularização e o futuro acertamento fundiário e registral, também previstos na lei, trarão ainda mais segurança jurídica, dando a segurança na ocupação consolidada da terra, o que permitirá a manutenção dos empregos e da produção. “Só no ano passado, vendemos cerca de 1 tonelada de chuchu, 300 kg de cenoura, 700 kg de banana, mais de 600 pacotes de folhagem etc.”, foi contanto ela, orgulhosamente, ainda falando das geleias e das delícias que só o campo pode proporcionar.

    Outro antigo problema, agora solucionado, são as ocupações em terras desapropriadas em comum, quando não há definição precisa de quais são parcelas públicas ou particulares. Cerca de 9% do território do DF encontram-se nesse impasse jurídico.

    A nova lei prevê que poderá ser assinada concessão de uso com a Terracap, com aprovação prévia da Seagri, mediante inserção da chamada cláusula de ressalva de alegação de propriedade.  Ou seja, o concessionário não abrirá mão de pleitear sua quota de propriedade, se for o caso, quando da futura divisão judicial ou extrajudicial da fazenda entre os diversos donos registrais.

    Atividades de apoio à população do campo

    As atividades de apoio à população rural, de suma importância para quem vive e produz no campo, e que atualmente se encontram em situação de insegurança jurídica, também são contempladas na minuta. Igrejas e templos, mercados, associações de produtores rurais, usinas de produção de energia e de beneficiamento da produção, entre muitas outras previstas numa extensa lista de um decreto federal de 1968, poderão ser regularizadas mediante contrato com a Terracap de concessão de uso com opção de compra, desde que comprovem a ocupação anterior a 22/12/2016.

    A comunidade da Paróquia São José, do Caub II, por exemplo, aguarda ansiosamente pela regularização. Além do trabalho pastoral oferecido pela Igreja Ortodoxa, há, ali, inúmeras atividades sociais que acolhem a carente população do local, como a horta comunitária. O que é plantado pelos moradores vira um sopão que é distribuído à população em situação de rua. “A lei foi muito ansiada e será de suma importância para investir nos projetos, ampliar novas ações sociais e, ainda, pensar em novas formas de ajudar a comunidade”, explica a advogada da paróquia, Eliane Amaral.

    O novo marco temporal de 22/12/2016 aliás, também é uma novidade na nova proposta de lei, para que mais produtores possam ter a oportunidade de pleitear a regularização e obter a necessária segurança jurídica para investir e gerar riqueza, renda e empregos na área rural.

    Acertamento fundiário e registral

    A Lei ainda aloca recursos – de pelo menos 50% da receita arrecadada com o preço público da Concessão de Uso Oneroso (CDU) e da Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) – para a Terracap e a Seagri-DF realizarem o acertamento fundiário e registral de todas as terras públicas rurais do Distrito Federal.

    A falta de acertamento fundiário e registral é o maior entrave para a política de regularização das terras públicas aos legítimos ocupantes, e agora começa a sua solução. De acordo com o texto em vigor, a Terracap terá que concluir o acertamento fundiário e registral das terras públicas rurais de propriedade do DF até 31 de dezembro de 2023.

    “Hoje, um processo de regularização pode demorar até 3 anos pela falta de técnicos e veículos para que a Seagri visite essas ocupações, chácaras, fazendas, sítios, e certifique a utilização rural ou ambiental. Agora, será permitido o sensoriamento remoto, ou seja, a tecnologia a serviço da regularização”, completa Leonardo Mundim.

    Ele explica que existem duas situações de regularizações rurais. A primeira é a CDRU e a segunda é a CDU. “No tocante à CDRU, foram feitas, de 1960, quando Brasília foi inaugurada, até 2018, 23 CDRUs rurais. De 2019 para cá, foram 52. Em pouco menos de 2 anos, foi mais do que o dobro do que nos últimos 60 anos”, calcula.

    Já sobre a segunda modalidade, que é Concessão de Uso Oneroso (CDU), que é feita por contrato administrativo e incide sobre glebas poligonadas, ainda não objeto de uma matrícula individualizada, já foram feitas até agora 1,2 mil nos últimos anos.

    A ideia é que o acertamento fundiário e registral amplie, tão logo, o acesso dos produtores rurais à CDRU, documento que confere maior segurança jurídica e permite, inclusive, acesso a empréstimo bancário, por exemplo, uma vez que é feita por escritura pública, com registro no cartório imobiliário.

    Licitação pública

    O PL aprovado também aumenta as possibilidades de licitação pública de concessão de uso na área rural, um modelo que nunca chegou a ser praticado nos 47 anos de existência da Terracap.

    Pelo novo sistema, grandes empreendimentos poderão se instalar, com a merecida segurança jurídica, em glebas da macrozona rural do Distrito Federal, pagando um preço público anual, à Terracap, pela concessão de uso da área.

    A Lei Professor Aníbal 

    O texto da lei, de iniciativa do Executivo local, foi elaborado elaborada pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) em conjunto com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), e contou com dezenas de sugestões do setor produtivo rural.

    Para a presidente do Conselho Rural do Lago Norte, Mônica Peres, “certamente, a lei beneficiará milhares de famílias”. Representante de mais de 20 associações rurais, ela foi uma das lideranças do setor que esteve presente em inúmeras reuniões na preparação da minuta do anteprojeto de lei, para que o pleito real dos produtores fosse acolhido.

    “Consigo mensurar que milhares de famílias rurais serão beneficiadas com a nova lei. Esperamos por décadas. Há vizinhos meus que já passaram o sítio, a chácara, etc. para os filhos e não puderam ver a regularização”, explica.

    Ela comemora, inclusive, a grande conquista da isonomia da lei, que entendeu a utilização rural de terras em áreas urbanas.  “Não importa onde está o terreno, mas o uso dela, a destinação dela”, diz.  

    Mônica também é produtora rural. Mora em uma gleba de 2 hectares entre o Varjão e o Paranoá. Fala com grande orgulho do que planta. “Pitaia, cupuaçu e graviola, todos orgânicos”. Diz que o que colhe não chega à Ceasa, porque toda a venda saí por encomenda. “Também crio galinha caipira e vendo ovos”, diz.

    Mas é de quem lidera que fala com maior orgulho: “Somos grandes produtores de abelhas meliponas, as que não têm ferrão. O mel é exótico”, salienta. E ressalta que a produção de orgânicos da população rural é o grande diferencial da região. “Não podemos permitir que isso acabe. E a Lei Professor Aníbal virá para garantir essa continuidade”, encerra.

     Suzana Leite
    Assessoria de Comunicação Social
    Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)
    ascom@terracap.df.org.br

    2020-12-03 19:21:47 - Cartilhas
  • BIOTIC inaugura laboratório permanente com experiências reais do 5G

    O futuro da internet móvel já chegou a Brasília. A BIOTIC S/A inaugurou nesta sexta-feira, 24 de julho, o primeiro ambiente de teste permanente da tecnologia 5G do Brasil. O vice-governador, Paco Britto, foi o primeiro a utilizar o laboratório com equipamentos conectados à rede, realizando conexão com uma fábrica de distribuição e logística em Sorocaba (SP), por meio da realidade virtual. O espaço fica no Parque Tecnológico de Brasília – Biotic, na Granja do Torto, e será aberto ao público com agendamento.

    De acordo com Britto, o caminho trilhado pelo governador Ibaneis Rocha mostrou que o sonho é possível. “Prova disso é que estamos aqui hoje, inaugurando a rede 5G no Parque Tecnológico. Mas que caminho é esse? O da inovação, de transformar Brasília em protagonista da área de tecnologia do País”, disse durante a cerimônia de inauguração. O vice-governador reiterou que a presença da rede 5G “dará ainda mais identidade à capital federal para concretizar a ideia de uma cidade digital, de uma cidade inteligente”.

    No laboratório permanente, os usuários poderão navegar e conhecer a quinta geração da internet, que promete ser até 100 vezes mais rápida do que a rede 4G. Para tanto, há dois smartphones disponíveis aos visitantes. Também no local, conforme testou o vice-governador, o visitante terá uma experiência com a Indústria 4.0 e a IoT (Internet das Coisas). Por meio da realidade virtual, é feita conexão com uma fábrica localizada em São Paulo. Em tempo real, é preciso ver todos os processos do centro que incluem a utilização de robôs para o envio automático de materiais para o armazenamento.

    Aberto ao público e de forma gratuita, as visitas ao local, porém, devem ser agendadas e sob demanda, respeitar as restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus.

    Durante discurso o presidente da Biotic S/A, Gustavo Dias Henrique, frisou que “O 5G está no debate mundial, porque vai revolucionar todo o ecossistema e a vida das pessoas”. Ele ressaltou que ambientes tecnológicos e inovadores como este, ampliam o estímulo ao desenvolvimento de soluções voltadas à Internet das Coisas e às Smart Cities, tornando Brasília uma cidade cada vez mais inteligente e inovadora.

    “Esse pioneirismo é apenas o primeiro passo para o grande projeto idealizado para o Parque Tecnológico de Brasília – Biotoc. Parabéns pelo ineditismo do espaço inaugurado hoje”, disse o presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Izidio Santos. A BIOTIC S/A é uma subsidiária integra da Terracap criada para a implantação do Parque Tecnológico, com o objetivo de cuidar da gestão, controle e estruturação do empreendimento.

    O 5G

    A tecnologia 5G possibilitará a conexão simultânea de aparelhos, permitindo ao usuário conectar até mil objetos em seu dispositivo móvel. A principal diferença da internet 5G é a menor latência, ou o menor tempo de resposta para transferir um pacote de dados na rede. A latência é diferente da velocidade. O 5G permite uma taxa de transmissão centenas de vezes maior do que a atual, com picos de até 20 Gbps e uma latência (teórica) de até 1 milissegundo - atualmente, com o 4G, a latência está perto de 80 milissegundos.

    A partir disso, em sua máxima potência, o 5G poderá entregar altíssimas velocidades de internet, latência ultrabaixa, maior confiabilidade e disponibilidade, o que aumentará a possibilidade de grandes inovações tecnológicas, conectando carros, casas e eletrodomésticos via internet. A nova rede promete consumir até 90% menos energia do que as redes 4G atuais.

    Leilão

    Os fabricantes de equipamentos e operadoras de telecomunicações avaliam que a licitação do 5G do Brasil será o maior leilão de radiofrequências da história do País e a maior oferta pública de capacidade para a tecnologia móvel de quinta geração no mundo.  Para se ter uma ideia, estimativas mostram que o 5G no Brasil deve movimentar cerca de R$ 1 trilhão em 15 anos no Brasil.

    “Certamente nós teremos o nosso leilão no primeiro trimestre de 2021. Estamos falando em algo que deve impulsionar a economia nos próximos dias e que deve realmente transformar a forma como lidamos com a tecnologia”, disse o secretário de Telecomunicações, do Ministério de Telecomunicações, Vitor Elísio Menezes, também presente no evento de inauguração. E acrescentou: “Não estamos falando de velocidades mais rápidas, mas estamos falando de ferramentas que vão transformar indústrias, que vão transformar os cuidados com a saúde, que vão transformar a segurança pública no País”.

    O laboratório 5G é resultado de uma parceria entre a BIOTIC S/A, com a Huawei e a Telefônica VIVO.

    Suzana Leite
    Assessoria de Comunicação Social
    Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)
    ascom@terracap.df.org.br

    2020-07-25 01:15:57 - Cartilhas
  • Primeiro laboratório de testes 5G do Brasil é inaugurado na capital federal



    A capital federal ganha, nesta sexta-feira, 24 de julho, o primeiro ambiente de teste permanente da tecnologia 5G do Brasil. O laboratório 5G está localizado no Parque Tecnológico de Brasília – BIOTIC. O objetivo é criar uma experiência demonstrativa dos diversos usos da rede 5G, apresentando a tecnologia e a grande mudança que a quinta geração da internet representa em termos de inovação e potencial surgimento de novas soluções e empresas de base tecnológica. No local, o público poderá ter experiências gratuitas com smartphones e com a realidade virtual sob demanda.

    Respeitando os protocolos de segurança em função da pandemia causada pelo novo coronavírus, o evento contará apenas com a presença das autoridades do governo do Distrito Federal e representantes das empresas envolvidas, e será transmitido ao vivo, via internet, às 10h30, por meio do canal do Youtube da BIOTIC S/A e do GDF.

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, acredita que a chegada da tecnologia de forma definitiva, abre muitas possibilidades para a consolidação do DF como polo de desenvolvimento de soluções digitais. “O 5G é o futuro. Vai possibilitar a internet das coisas, a conexão ampla e isso terá reflexo imediato na criação de empregos e nas oportunidades para empreendedores. Brasília sai na frente com esse laboratório; quando o sistema for implantado no Brasil já estaremos bem preparados para avançar”, afirma Ibaneis Rocha.

    O presidente da BIOTIC/AS, Gustavo Dias Henrique, explica que o laboratório 5G no BIOTIC irá gerar um imenso valor ao ecossistema de inovação e ao empreendedorismo do Distrito Federal, uma vez que proporcionará experiências reais de como a rede 5G funcionará em sua totalidade quando o leilão ocorrer no Brasil. “Ambientes tecnológicos e inovadores como este, ampliam o estímulo ao desenvolvimento de soluções voltadas à Internet das Coisas e às Smart Cities, tornando Brasília uma cidade cada vez mais inteligente e inovadora”, destacou sobre as experiências que o usuário poderá ter no espaço 5G.

    O laboratório contará com equipamentos conectados à rede 5G em que o usuário poderá navegar e conhecer mais essa rede que promete ser até 100 vezes mais rápida do que a rede 4G. Além disso, será possível realizar uma conexão com uma fábrica de distribuição e logística, utilizando realidade virtual. Isso proporcionará uma experiência com a tecnologia voltada para a Indústria 4.0 e a IoT (Internet das Coisas), onde será possível ver, em tempo real, todos os processos do centro que incluem a utilização de robôs para o envio automático de materiais para o armazenamento. Tudo isso, graças a utilização da tecnologia 5G, que com sua baixa latência, grande largura de banda e conexão massiva, torna possível o aumento da eficiência operacional do armazém em até 50%.

    O presidente da Terracap, Izidio Santos, comenta que o mundo vive um momento delicado na economia causada pela pandemia do novo coronavírus. Para se ter uma ideia, pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria, revela que 83% das empresas precisarão de mais inovação no pós-pandemia. “Esta acabará sendo a única saída de muitas empresas: a inovação. Aí entra essa experiência no laboratório 5G, que proporciona interação com a chamada Indústria 4.0 e outros conceitos como a Internet das Coisas. Tecnologias que certamente poderão trazer desenvolvimento, inteligência aos negócios e aumento significativo de produtividade”.

    A tecnologia 5G

    Diferente do 4G, a tecnologia 5G possibilitará a conexão simultânea de aparelhos, permitindo ao usuário conectar até mil objetos em seu dispositivo móvel. A principal diferença da internet 5G é a menor latência, ou o menor tempo de resposta para transferir um pacote de dados na rede. A latência é diferente da velocidade. O 5G permite uma taxa de transmissão centenas de vezes maior do que a atual, com picos de até 20 Gbps e uma latência (teórica) de até 1 milissegundo - atualmente, com o 4G, a latência está perto de 80 milissegundos.

    A partir disso, em sua máxima potência, o 5G poderá entregar altíssimas velocidades de internet, latência ultrabaixa, maior confiabilidade e disponibilidade, o que aumentará a possibilidade de grandes inovações tecnológicas, conectando carros, casas e eletrodomésticos via internet. A nova rede promete consumir até 90% menos energia do que as redes 4G atuais.

    Agendamento

    O laboratório 5G é um resultado de uma parceria entre a BIOTIC S/A, subsidiária da Terracap, com a Huawei e a Telefônica VIVO e será aberto gratuitamente ao público, com agendamento sob demanda, atendendo a visitas técnicas, eventos, etc., respeitando as restrições sanitárias impostas pelas autoridades de saúde. Os interessados devem entrar em contato com a BIOTIC/SA previamente pelo e-mail bioticsa@bioticsa.com.br.

    Contatos para a imprensa

    Ascom Terracap/Biotic
    (61) 98539-1039
    (61) 99133-3423
    ascom@terracap.df.gov.br

    Suzana Leite
    Assessoria de Comunicação Social
    Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)

    2020-07-23 18:03:40 - Cartilhas
  • Pelo menos uma obra tem sido iniciada ou concluída a cada 36h

    Embora tenha afetado diversos setores, a pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) não parou as obras no Distrito Federal. Prova disso é que desde a chegada do vírus à capital – o primeiro caso foi confirmado em 7 de março –, pelo menos uma obra foi iniciada ou finalizada a cada 36 horas no DF.

    “A continuidade e até o início das obras foram determinações do governador Ibaneis Rocha, como forma de não parar a economia durante a grave pandemia da covid-19. Milhares de empregos foram preservados e, deve-se destacar, com toda segurança, porque foi obedecido um rígido protocolo de higiene e preservação pessoal”, lembra o Secretário de Governo, José Humberto Pires.

    A Agência Brasília fez um levantamento dessas obras que reforçam o compromisso do governo local em não deixar a cidade parar. Para o cálculo da reportagem foram utilizadas as intervenções feitas pelos principais tocadores de obras no DF: Secretaria de Obras, Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Agência de Desenvolvimento (Terracap) e Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF). Entre 7 de março e 30 de junho foram executados pelo menos 74 serviços em todo o DF.
    A Secretaria de Obras, por exemplo, iniciou em março a obra de revitalização das quadras 509 e 510 da W3 Sul. Com investimento de R$ 2,3 milhões, estão sendo feitos a revitalização dos becos, recuperação e troca de piso das calçadas existentes, reorganização dos estacionamentos e arborização e paisagismo.
    A pasta também deu início à execução dos desvios de trânsito necessários para a construção do Túnel de Taguatinga. Os desvios são essenciais para que o túnel possa ser feito.

    A ligação subterrânea terá investimento de R$ 275,5 milhões e vai resolver o trânsito de uma região por onde trafegam mais de 135 mil veículos por dia.

    Na DF-290, a drenagem do km 4 em Santa Maria também começou durante a pandemia. E para os próximos dias, está previsto o início da construção do viaduto na Estrada Setor Policial Militar (ESPM), no trecho localizado entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e o Terminal da Asa Sul (TAS).
    “Mesmo com a pandemia estamos trabalhando para manter nossos contratos em atividade. Esse é um momento especial em função da época da seca. Nossos trabalhos têm uma velocidade maior de execução. Tem sido uma tarefa difícil em função da pandemia, mas desde o início foi uma demanda do governador Ibaneis Rocha para que a gente pudesse acelerar as obras para manter a cidade funcionando”, afirma o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

    Novacap a todo o vapor

    Outra grande tocadora de obras, a Novacap teve uma grande colaboração para o DF não parar. A companhia é responsável por dezenas de reparos e construções em diferentes regiões administrativas como a construção de quatro bacias de contenção no Aterro Sanitário de Samambaia e a edificação de quatro Unidades Básicas de Saúde (UBSs) no Jardins Mangueiral, Paranoá Parque, Vale do Amanhecer e QNR 02 em Ceilândia.

    A revitalização das tesourinhas nas Asas Sul e Norte no Plano Piloto e a inauguração da Praça dos Estados também marcam a agenda de compromissos da Novacap.

    Além destas e outras obras, a Novacap realiza, diariamente, serviços de manutenção de vias, limpeza e manutenção de bocas de lobo e de toda rede de drenagem pluvial. Também está em andamento a construção de novas calçadas, com acessibilidade, em todo o DF. “A Novacap bateu recordes seguidos na produção de asfalto, está presente em todas as regiões do DF e cumpre um papel essencial na manutenção dos bens públicos. Nesse período da crise, nós aproveitamos para acelerar algumas obras, aproveitando o menor fluxo de pessoas e veículos, apoiando as administrações regionais, para dar mais conforto a toda a população”, diz o presidente da empresa, Fernando Leite.


    Mais obras

    O Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER/DF) também tem grande colaboração em todo esse processo. Foi responsável pela importante revitalização do Eixão, o estacionamento do campus Gama da Universidade de Brasília (UnB), a troca de pavimento no BRT Sul, na altura do aeroporto, e também as duas faixas de rolamento na DF-047 entre a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB/ DF-025) e a Estrada Parque Guará (EPGU/ DF-051).

    “O DER é um órgão executor de obras e de manutenção viária. Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus não pudemos deixar de trabalhar nas rodovias. Obviamente, reduzimos o número de servidores nas ruas, porque alguns fazem parte do grupo de risco, mas mesmo com essa redução, tanto nas obras contratadas quanto nas diretas conseguimos manter o ritmo dos trabalhos”, destaca Cristiano Cavalcante, superintendente de obras do DER/DF.

    A Terracap, por sua vez, iniciou a implantação de infraestrutura de energia elétrica no Noroeste. O trabalho consiste na elaboração de projetos executivos e ensaios técnicos para a efetiva instalação de infraestrutura de energia elétrica nas quadras SQNW 103, SQNW 106, SQNW 107, SQNW 307, CLNW 10/11 e SQNW 311. O investimento é de R$ 231 mil e o prazo de conclusão para novembro.

    Também foi assinado, durante a pandemia, o termo de adesão com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) para obras no Riacho Fundo II. Com investimento de R$ 9,5 milhões, será implantada rede de água e esgotamento sanitário no Projeto Habitacional da 3ª Etapa do Riacho Fundo II.

    A Terracap concluiu uma obra importante em julho: a construção de residências populares para atendimento das comunidades indígenas Kariri-Xocó e Tuxá, no Noroeste. As casas foram construídas após um acordo para que as comunidades indígenas fossem transferidas a uma nova área dentro do próprio Noroeste. A construção dessas casas é essencial para que a Avenida W9 possa ser erguida na região.

    Izidio Santos, presidente da Terracap, diz que a agência de desenvolvimento investiu em novos projetos e obras durante a pandemia e avançou ainda mais em outros que já estavam em andamento. “Os recursos arrecadados com venda de terrenos pela Terracap se transformam em obras e realizações que melhoram a vida em todo o DF, como o investimento em infraestrutura e tecnologia”.

    Izidio comenta, ainda, que mesmo durante a pandemia a construção civil não parou. “A grande aposta com a retomada é justamente o investimento em obras, que emprega mais e mais rápido. É a aposta do governo no combate ao desemprego gerado pela pandemia: o investimento em obras”, acrescentou.

    *Com informações da Agência Brasília 

    2020-07-12 13:26:59 - Sem Categoria
  • Brasília no rumo da tecnologia

    Por reunir os três poderes, Brasília ficou conhecida no resto do País como a capital da política. Porém, um projeto audacioso, pensado há quase uma década, mas que só começou a sair do papel agora, na gestão do governador Ibaneis Rocha, levará o DF a assumir a posição de ser também um centro da tecnologia. Uma espécie de Vale do Silício brasileiro.

    Para pavimentar esse caminho da transformação, o governador assinou nesta quarta-feira (8) um contrato que cria o Fundo de Investimento Imobiliário do Biotic S.A., que tem como meta arrecadar recursos da iniciativa privada para levar infraestrutura e desenvolvimento a essa cidade da inovação.

    O Biotic é um empreendimento imobiliário de grande porte, projetado para ser um bairro vibrante, harmonizado com o meio ambiente, no conceito de bairro inteligente, com escritórios, universidades, comércios, residências, praças e parques que se integram perfeitamente com a riqueza da paisagem circundante, o melhor ambiente para receber pessoas que criem inovações com foco em mercados como GovTec, FoodTec e HealthTec.

    O parque tecnológico pretende ser o polo da tecnologia brasileira, concentrando empresas de vários segmentos de inovação, como as startups (informática) e de tecnologia. A exemplo do que ocorre na Califórnia (EUA), onde o Vale do Silício reúne gigantes como Apple, Facebook e Google.

    O terreno que abrigará as empresas de tecnologia fica situado ao lado da Granja do Torto. São um milhão de metros quadrados destinados à Biotic, empresa 100% da Terracap. “Trata-se de um empreendimento fantástico. Os recursos desse fundo serão aplicados no local”, explicou o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior.

    O Banco de Brasília (BRB), por intermédio da BRB DTVM, será o administrador desse fundo e responsável pela captação de investidores para a Biotic. A instituição também será parceira e emprestará sua credibilidade à cidade tecnológica, onde irá construir um centro de inovação, além de trazer uma aceleradora de start-ups. “Isso vai estimular a ida de empresas para lá”, prospecta o presidente do BRB, Paulo Henrique.

    Para ele, alguns fatores contribuem para atrair o olhar das empresas. Segundo o presidente destaca, a posição logística de Brasília, por se concentrar no centro do País, sua importância como capital da República e qualidade das instituições de ensino são alguns desses atrativos. “Será um marco histórico. Pela primeira vez, a Biotic começa a tomar corpo e posicionar Brasília como um centro de inovação”, emenda.

    A visão de Paulo Henrique é corroborada por Vitor Bidetti, que é sócio-fundador e CEO da Integral Brei, empresa gestora de ativos especializada na estruturação de projetos e que vai fazer a gestão do fundo da Biotic.

    A Biotic possui uma característica de ser um fundo verde – que tem enfoque nas questões ambiental e sustentável – e também é identificada no cenário econômico como ESG (environmental, social and governance, que significa ambiental, social e governança).

    “A Biotic reúne tudo o que diz respeito a investimentos responsáveis. É uma cidade inteligente e com enfoque ambiental, social e governança. Então, quando a gente junta esses elementos num cenário pós-pandemia, distrito de inovação, tendo como veículo de investimento um fundo imobiliário ASG (ou ESG), é um case internacional”, afirma Vitor Bidette.

    A lei que criou a Biotic é de 2001. Desde então, a normativa dormitava nos escaninhos do Palácio do Buriti em gestões passadas. O presidente do Biotic/Terracap, Gustavo Dias Henrique, destaca a importância e o empenho do governo para tirar do papel o projeto. “O parque tecnológico é projeto que vem de longos anos e que agora no governo de Ibaneis Rocha gerou-se toda uma força motriz para que esse projeto de fato saia do papel”, afirma.

    *Informações da Agência Brasília 

    2020-07-08 13:23:43 - Cartilhas
  • Biotic lança chamada pública para soluções inovadoras contra Covid-19.

    Selecionados assinarão acordo de parceria para pesquisa e desenvolvimento com a Biotic S/A

    A séria ameaça representada pela Covid-19 ao sistema de saúde pública e à economia local tem gerado diversas ações de enfrentamento por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). Entre elas está a chamada pública do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) que irá selecionar projetos com foco na inovação e no empreendedorismo, buscando ativamente parcerias para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que visem combater a pandemia e suas consequências econômicas e sociais.

    O Edital 2/2020 está disponível no site da Biotic S/A, na aba Como Fazer Parte. As inscrições começam a partir desta segunda-feira (6) e vão até o próximo domingo (12). As propostas selecionadas celebrarão um acordo de parceria para pesquisa e desenvolvimento com a Biotic, que coordenará a captação dos recursos necessários junto aos órgãos de fomento, financiamento e apoio à inovação, além do setor privado.

    O objetivo é que a implantação das soluções, ainda que como teste, dê-se no tempo mais curto possível. A apresentação das propostas deverá obedecer ao formato definido no edital, levando em conta quesitos como metodologia, resultados esperados, cronograma de execução e orçamento previsto, entre outros.

    Na condição de hub de tecnologia e de inovação do Distrito Federal, a Biotic acredita na sua missão de fazer parte nesse imenso esforço conjunto. Foram convocados empresas, empreendedores e pesquisadores da região para que, ao reunirem esforços, possam apresentar propostas concretas, inovadoras e eficientes para o combate à pandemia.

    Além da Biotic, a Secretaria de Projetos Especiais do GDF também fará parte da análise e seleção das propostas, obedecendo ao grau de necessidade e priorização dos diferentes órgãos e entidades do governo durante o período de crise sanitária. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), também é parceira do projeto.

    As soluções apresentadas podem abranger as áreas da saúde, economia, educação, impacto social e tecnologia. É importante destacar, no entanto, que não serão selecionados projeto em fase de ideação. Serão analisadas propostas com um certo nível de maturidade, que já estiverem a um passo de serem lançadas e, assim, possam ajudar no combate à pandemia em curtíssimo prazo.

    Com informações da Biotic S/A.

     

    2020-04-07 15:14:43 - Cartilhas
  • Parque Tecnológico de Brasília sedia evento sobre cibersegurança

     

     

     

    A BioTIC S/A – Parque Tecnológico de Brasília realizou nesta segunda-feira, 23 de setembro, o tech talk “Cibersegurança: usuários, corporações e nações sob ataque. O evento, promovido em parceria com o Metrópoles e a Revista Época, reuniu os maiores especialistas do País para debater questões sob três diferentes prismas: internautas, empresas e governos.

    Durante a abertura do evento, Gustavo Dias, presidente da BioTIC, comentou que a ideia do seminário nasceu após o The Intercept Brasil ter publicado, em julho passado, mensagens atribuídas ao ministro Sérgio Moro e a procuradores da Operação Lava Jato. “Dados foram colhidos ilegalmente e isso tem acontecido sistematicamente com os internautas, empresas e governos. A segurança digital nesse momento em que tudo é 4.0 é fundamental para que os sistemas estejam protegidos”, falou o presidente do Parque Tecnológico.

    Na oportunidade, o governador Ibaneis Rocha antecipou que está editando um decreto para regulamentar a legislação acerca da segurança da informação nos ambientes de trabalho. Em seu discurso, ele criticou a falta de tecnologia no governo local. “No DF, nós sofremos muito com esta questão tecnológica. Até agora eu não consegui implementar um sistema de folhas e compras que seja totalmente informatizado. É um grande desperdício de recursos e de mão de obra. Precisamos avançar muito”, disse. Ainda segundo o chefe do Executivo, é necessário “que este ambiente de tecnologia que hoje se multiplica dentro da BioTIC, se aprofunde e chegue dentro da máquina governamental”.

    O primeiro tech talk do dia tratou sobre o 5G, IOT e as vulnerabilidades hiperconectadas, com Emilio Simoni, diretor do Dfndr Lab – PSafe, e João Gondim, professor de Ciências da Computação da Universidade de Brasília. Na ocasião, Simoni afirmou que “basta estar conectado para estar vulnerável. “No Brasil, nós temos 30 mil tentativas de clonagem de Whatsapp por mês”, aponta o especialista. O bate-papo circundou em torno do advento da internet 5G e quais implicações a chegada da tecnologia trará para indivíduos, empresas e governo.  Os ciberataques às empresas também foram abordados durante o evento. Já o jornalista especializado em tecnologia Keynote, Pedro Doria, falou em “Privacidade, um luxo na vida digital”.

    Em seguida, o apresentador Rafael Cortez conduziu o painel “Profissão: hacker”, conversando com dois ex-piratas da web que, atualmente, trabalham como consultores de segurança para empresas. Cortez perguntou o que um cidadão pode fazer não ser vítima de um crime virtual. “O que é segredo para você, não coloque na internet”, alertou Wanderley Abreu. Já o ex-hacker João Brasio disse efusivamente: “Senhas fracas e reutilizadas são a primeira porta para os ataques cibernéticos. Se uma empresa vazar seu e-mail e suas credenciais, o atacante vai reutilizá-las em uma infinidade de serviços, até ele receber um “logado com sucesso”. Aí é que toda a tragédia vai começar”, disse.

    A Ciberespionagem: uma ameaça real às nações, com Sandro Süffert, CEO da Apura, presidente ABSec e membro da HTCia e Rodrigo Carvalho, perito de crimes cibernéticos da Polícia Federal, fechou o evento. Ao todo, oito painéis discutiram assuntos inerentes à cibersegurança.

    Durante todo o dia, mais de 400 pessoas participaram dos painéis no auditório do Parque Tecnológico de Brasília. Outros milhares acompanharam a programação pela transmissão ao vivo, no Youtube.

    Parque Tecnológico de Brasília sedia evento sobre cibersegurança

    Suzana Leite
    Assessoria de Comunicação Social
    Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)
    ascom@terracap.df.org.br

    2019-09-23 21:35:49 - Cartilhas
  • Terracap apresenta projetos em fórum de infraestrutura

    Brasília sedia até esta sexta-feira, 2 de agosto, a 17ª edição do Fórum Anual de Liderança em Infraestrutura da América Latina. O evento, uma iniciativa da empresa norte-amerciana de Infraestrutura CG/LA, tem por objetivo de identificar as melhores oportunidades de projetos para o crescimento do Brasil e da América Latina. O BioTIC – Parque Tecnológico de Brasília e a Nova Saída Norte, ambos projetos da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), foram apresentados à plateia de empresários presentes no Centro de Convenções do Brasil 21.

    O diretor de Novos Negócios da Terracap, Sérgio Nogueira, participou do painel: A nova visão de Brasília – projetos estratégicos para crescimento de longo prazo. Na ocasião, Nogueira falou da Nova Saída Norte. O eixo viário está previsto no Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal – PDTU/DF e tem por finalidade abarcar um sistema de transporte público coletivo em faixas exclusivas para ônibus, responsável por conectar a região de Sobradinho ao Plano Piloto, por intermédio da quarta ponte sobre o Lago Paranoá.

    Paralelamente à solução de transporte multimodal, a implantação da via é pensada como uma solução de desenvolvimento urbano e econômico, ao possibilitar o acesso à nova vertente de ocupação da região norte do DF, com a implantação da segunda etapa do Setor Habitacional Taquari. 

    “A Terracap estima que sejam criadas 200 unidades imobiliárias, em pagamento pela construção do sistema viário e da infraestrutura do bairro. Essas unidades poderão gerar um VGV [Valor Geral de Vendas] para o empreendedor na ordem de R$ 25 bilhões. Ou seja, é uma obra muito interessante para o Estado e para o setor privado”, antecipou o diretor.

    Também na ocasião, o presidente da BioTIC S/A, subsidiária integral da Terracap, apresentou o projeto do Parque Tecnológico de Brasília. Trata-se de o principal polo de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do Distrito Federal, que viabilizará a instalação de diversas empresas, além de instituições de pesquisa e centros de inovação.

    “O Parque Tecnológico situa-se uma área privilegiada para quem quer investir em empresas de inovação e tecnologia”, comentou Dias. Ele convidou os presentes a conhecer pessoalmente o BioTIC, na sexta-feira, 2 de agosto, em uma visita guiada. “Nós iremos detalhar o fundo imobiliário, como serão feitos esses investimentos e como os senhores poderão lucrar sobre eles. Ressalto que é um dos oito projetos prioritários do GDF”, finalizou.

    O painel A Nova Visão de Brasília contou, ainda, com a apresentação dos projetos: Gasoduto do Brasil Central, pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho; Implantação de Veículo Leve sobre Trilhos – VLT na Via W3, pelo secretário de Estado de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro; Sistema Produtor de Água Corumbá, pelo coordenador do Projeto na Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Antonio Luís Harada; Privatização da Companhia Energética de Brasília (CEB), pelo  diretor-presidente da CEB Holding, Edison Antônio Costa Britto Garcia; Privatização da Caesb, pelo presidente da Companhia, Carlos Augusto Lima Bezerra. Já o secretário de Estado de Governo, José Humberto Pires, fez a moderação do painel.

    O próximo Fórum de Liderança de Infraestrutura é o norte-americano, que será realizado em Washington, em outubro próximo.

    Suzana Leite
    Assessoria de Comunicação Social
    Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)
    ascom@terracap.df.org.br

    2019-08-01 21:04:42 - Cartilhas
  • Brasília caminha para ser cidade inteligente com testes permanentes de 5G

    O Distrito Federal caminha para atuar com protagonismo tecnológico no país. Nesta quarta-feira (26), o governador Ibaneis Rocha assinou um acordo que cria o primeiro espaço de teste permanente do 5G no Brasil. A parceria, firmada com a empresa chinesa Huawei e a Biotic S/A, trará um ambiente de inovação para a capital (veja em vídeo abaixo a íntegra do evento).

    “A implementação desse espaço de estudos mostra que a tecnologia está chegando e vem ao encontro do que temos trabalhado desde a campanha: a ideia de cidade digital. Naquele momento das eleições parecia um sonho e agora vem se realizando. Nós vamos implementar o maior parque tecnológico do país”, garante Ibaneis Rocha.

    A cerimônia no Palácio do Buriti contou com a presença do vice-presidente da Huawei, Steven Shenjianfeng; do presidente da Biotic S/A, Gustavo Dias; do secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros; do titular de Ciência e Tecnologia, Gilvan Máximo; do vice-presidente da Anatel, Emmanoel Campelo; além de outros envolvidos no projeto.

    Para Gustavo Dias, o “parque tecnológico é uma política pública que vai gerar muitos frutos”. No Brasil há três anos, Steven Shenjianfeng, da Huawei, elogiou a adesão do GDF à tecnologia. “Estamos muito felizes com isso. Vamos trabalhar e levar mais inovação para Brasília”, avisa.

    Titulares de secretarias ligadas ao convênio inovador, Gilvan Máximo e Everardo Gueiros comemoraram a chegada da Huawei ao Parque Tecnológico. “Brasília é a número 1 na tecnologia 5G. Vamos fazer dela a primeira cidade inteligente do Brasil e da América Latina”, disse Máximo. Gueiros, por sua vez, pontuou que o DF deu um importante passo para se tornar uma “cidade inteligente de fato”.

    Representante da Anatel, Campelo disse que a agência se orgulha de o Distrito Federal “protagonizar a visão tecnológica com o 5G”. “Não queremos que o Brasil perca esse trem e, por isso, no ano que vem a Anatel estará licitando essas frequências de 5G”, afirmou.

    Parceria
    A conectividade 5G será implementada no Parque Tecnológico de Brasília – Biotic. Os testes vão servir para a futura efetivação do sistema no Brasil e alavancar a criação de startups e empreendimentos inovadores na capital.

    A parceira do GDF no acordo, a Huawei, promoverá seminários, palestras e eventos abertos para a comunidade a fim de divulgar o conhecimento da tecnologia para os brasilienses e ampliar a experiência da quinta geração de internet.

    “Ter uma cidade digital é oferecer mais segurança, porque você tem todos os dados informatizados, a possibilidade de biometria facial, acesso a todos os serviços nas mãos do cidadão pelo celular e também para os serviços públicos, oferecendo agilidade e maior qualidade”, ressaltou Ibaneis.

    Vantagens do 5G
    A tecnologia 5G tem revolucionado a conectividade ao redor do mundo. Ela permite a interação com mais pessoas e objetos ao mesmo tempo, além de fornecer uma navegação mais rápida do que a 4G. A nova rede promete reduzir o tempo de download drasticamente e facilita o conceito de cidade inteligente, com ambientes interagindo simultaneamente, e não somente pessoas.

    A redução no consumo de energia deve atingir 90% em relação às redes 4G atuais.

    De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (Mctic), no próximo mês será lançado um documento com uma visão de política pública para o 5G. O texto irá dialogar com o Plano Nacional de Internet das Coisas.

    Com informações da Agência Brasília 

    2019-06-26 21:41:56 - Cartilhas
  • BioTIC será primeiro espaço de teste permanente do 5G no país

    Na próxima quarta-feira (26), Brasília sediará a cerimônia de assinatura do acordo entre a Biotic S/A, a Huawei e o GDF para a implementação do primeiro espaço de teste permanente do 5G no Brasil, com tecnologia Huawei, a ser instalado no Parque Tecnológico de Brasília – Biotic. A iniciativa criará um ambiente de demonstração da tecnologia 5G de forma que será possível, com o protagonismo da capital federal, conhecer e vivenciar a chegada desta inovação no Brasil.

    A parceria produzirá mudanças na estrutura econômica do Distrito Federal com a implantação e gestão do Parque Tecnológico de Brasília. A Huawei é uma empresa multinacional chinesa de equipamentos para redes e telecomunicações, fornecedora de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

    Após a implementação, periodicamente serão realizados seminários, palestras e eventos, em atividades abertas para a comunidade e para escolas de Brasília. Haverá disponibilização de equipamentos já adaptados para o 5G, proporcionando  experiência e como será navegar na quinta geração de internet móvel. “Estamos fazendo uma aposta na melhoria da internet em Brasília. Tudo o que for tecnologia de ponta nós vamos apoiar”, disse o governador Ibaneis Rocha.

    Conexão

    Diferente da tecnologia 4G, o 5G possibilitará a conexão simultânea de aparelhos, ou seja, além de maior velocidade na navegação, o usuário poderá conectar até mil objetos em seu aparelho celular. A partir disso, aumentará a possibilidade de inovações tecnológicas, conectando carros, casas e eletrodomésticos via internet. A rede 5G também promete consumir até 90% menos energia do que as redes 4G atuais.

    De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), até julho de 2019, será lançado um documento com uma visão de política pública para o 5G. O documento irá dialogar com o Plano Nacional de Internet das Coisas, já que o diferencial do 5G é a conectividade em diversos aparelhos.

    O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, frisa que o Executivo local pretende transformar Brasília “em um berço da tecnologia e do desenvolvimento nessas áreas”. Em uma das frentes, quer incentivar cada vez mais a criação de startups. “Acreditamos que a vinda do 5G dará impulso a esses empreendimentos no Distrito Federal”, ressaltou.

    Conectividade

    Vale ressaltar que a implementação do 5G no Parque Tecnológico de Brasília – Biotic será um teste para a futura efetivação dessa tecnologia no Brasil, o que permite impulsionar as conectividades da internet das coisas (IoT), que se expande cada vez mais e necessitará de redes mais estáveis, sendo o 5G a ponte que conectará todas essas tecnologias de uma cidade do futuro.

    “O governador Ibaneis Rocha determinou que o Parque Tecnológico de Brasília dialogasse com os diversos ecossistemas internacionais de inovação para que o Distrito Federal se torne uma referência nacional nesse tema, atraindo investimento estratégico em pesquisa e desenvolvimento e transforme a matriz econômica regional”, afirmou Gustavo Dias Henrique, presidente da Biotic S/A, sobre as expectativas da chegada do 5G à capital federal. “Esse acordo com a Huawei é uma sinalização clara que queremos participar do que existe de mais inovador”, definiu.

    A cerimônia de assinatura do acordo acontecerá na próxima quarta-feira (26), às 11h, no Palácio do Buriti, e contará com a presença do governador Ibaneis Rocha e de outros representantes do Governo do Distrito Federal, além de uma palestra da Huawei sobre o que é 5G e como essa tecnologia pode contribuir para uma Capital do Futuro.

    Com informações da Agência Brasília

    2019-06-25 13:06:45 - Notícias
  • 3° Diálogo BioTIC discute a inovação tecnológica na Segurança Pública

    Brasília, 18/12/2018 - O 3° Diálogo BioTIC, realizado na manhã da última quinta-feira (13), discutiu a inovação tecnológica e como ela pode otimizar a segurança pública brasileira, com soluções inteligentes e eficientes. O evento realizado pela BioTIC S.A. foi apoiado pela Terracap e ocorreu no Espaço Sebraelab do Edifício de Governança da BioTIC.

    Em formato de arena, estabelecendo assim um diálogo entre especialistas, gestores públicos, empresas e demais interessados em segurança pública, o evento também buscou identificar os principais desafios e oportunidades para a área de segurança pública, em particular, os temas, tendências e perspectivas do que há de mais moderno no cenário mundial.

    De acordo com os organizadores, é essencial estimular a colaboração entre diferentes atores, aproximando-os, gerando conhecimento, novas soluções, metodologias e intercâmbio de ideias.

    Segundo Hideraldo Almeida, diretor de Negócios, Ciência, Tecnologia e Inovação da BioTIC S.A., a segurança pública é prioridade nacional para a população, por isso dá importância da criação de novas tecnologias que auxiliem as políticas públicas relacionadas a esse tema. “Nós precisamos construir soluções e o BioTIC está aqui para isso, juntar atores que possam desenvolver novas tecnologias que auxiliem o Estado a melhorar o serviço de segurança pública prestado para a população”.

    Subsidiária integral da Terracap, a BioTIC S.A. foi criada para a implantação do Parque Tecnológico de Brasília - BIOTIC, projeto com foco na inovação em Biotecnologia e Tecnologia da Informação e Comunicação. O BioTIC será o principal polo de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do Distrito Federal. O projeto viabilizará a instalação de diversas empresas, além de instituições de pesquisa e centros de inovação. Para essa finalidade, foram disponibilizados 95,9 hectares de propriedade da Terracap, com possibilidade de expansão.

    “A Terracap dá todo apoio a essa iniciativa, pois além de ser uma companhia imobiliária, ela também é uma agência de desenvolvimento, e é nesse sentido que temos dedicado tempo e esforços para esses novos projetos de grande relevância, não só local, mas também nacional”,afirma o Diretor Técnico e representante da Terracap, Carlos Leal.

    Representantes de instituições apoiadoras do evento também estiveram presentes no debate. Participaram os representantes da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação - ABIPTI, do sistema Fibra, do Sebrae, do Governo do Distrito Federal - GDF, da ISOS, do Instituto Federal de Brasília e do Serviço Federal de Processamento de Dados – SERPRO.

    No evento, o SERPRO também assinou um termo de cooperação técnica entre a empresa pública e o BioTIC S.A. ao término do evento.

    “Essa troca de experiência e discussões são fundamentais para o projeto Parque Tecnológico BioTIC, que já é uma realidade. A participação de todas essas entidades aqui representadas é fundamental para nos orientar por qual caminho devemos seguir a partir de agora”, conclui Leal.


    Ascom/Terracap
    61-3342-2328/1137
    ascom@terracap.df.gov.br

    2018-12-18 17:36:28 - Cartilhas
  • O que é o projeto Parque Tecnológico de Brasília - BIOTIC?

    O Parque Tecnológico de Brasília – BIOTIC, foi criado para se tornar o principal polo de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do Distrito Federal, com o potencial para alavancar a matriz socioeconômica regional, com geração de novos negócios e emprego de alta qualificação, e se tornar um hub nacional e internacional de negócios, tecnologia e inovação.

    A BIOTIC S.A é uma subsidiária integral da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal – TERRACAP, criada para cuidar da gestão, controle e estruturação do Parque Tecnológico de Brasília - BIOTIC, que tem a finalidade de promover mudanças na estrutura econômica do Distrito Federal, com desenvolvimento de atividades econômicas de alta qualificação e fomento à política de inovação tecnológica nacional.

    A criação e a atuação no desenvolvimento do Parque Tecnológico de Brasília – BIOTIC, se baseia na Lei Complementar Distrital nº 679, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei Complementar Distrital nº 923, de 10 janeiro de 2017, que cria a área para instalação do Parque, em zona urbana de uso controlado. Com mais de 121 hectares e mais de 10.000 m² de construção já concluída, conta, atualmente, com mais de 20 empresas residentes em suas instalações.

    Local e formas de esclarecer dúvidas:

    Atendimento: bioticsa@bioticsa.com.br

    Atendimento Presencial: Parque Tecnológico de Brasília, Lote 4 Edifício de Governança, Bloco B

    Horário de atendimento: 09h às 17h, em dias úteis.

     

    Fonte: BIOTIC

     

    2014-01-08 13:46:37 - Outros Assuntos (atualizado em 01/2021)
  • Parque Tecnológico

    Parques Tecnológicos têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas intensivas em tecnologia.

    O Distrito Federal ocupa o topo do ranking da elite intelectual brasileira, com o maior número de mestres e doutores em relação ao número de habitantes entre todas as unidades da Federação, o que reflete a vocação e potencial da cidade na geração de conhecimento.

    A capital do país tem 18 mestres e 5,4 doutores por grupo de mil habitantes, praticamente o dobro do Rio de Janeiro, que ocupa a segunda posição. As quatro áreas de conhecimento mais procuradas nesses programas são humanas (17,1%), ciências sociais aplicadas (15,5%), saúde (14,7%) e as engenharias (12,8%).

    O Parque Tecnológico criado exclusivamente para oferecer a mais avançada infraestrutura em instalação, pesquisa, ciências, desenvolvimento e operação de empresas e instituições na área de tecnologia digital, possui uma área privilegiada de 121 hectares e localiza-se na Região Administrativa de Brasília, entre a DF-003 e o Parque Nacional e a Granja do Torto.

    Uma cidade criada. Uma área privilegiada com capacidade para abrigar 1.200 companhias e criar cerca de 25 mil empregos.

    É um parque multiuso, abrangendo setores como tecnologia da informação e comunicações – TIC, biotecnologia e saúde, com potencial para instalação de 1.200 empresas e geração de 25.000 empregos diretos. Uma excelente oportunidade para a criação de negócios junto ao governo federal, responsável por cerca de 30% da demanda do setor no país. 

    O Parque conta com toda a infraestrutura de engenharia necessária para seu pleno funcionamento, como pavimentação, drenagem, sistemas de abastecimento de água e coleta de esgotos e fornecimento de energia. Já funcionando no PTCD o mais moderno Data Center da América Latina, construído pelos dois maiores bancos brasileiros – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (Recursos investidos: US$ 500 milhões).

     

     

     

    2013-10-02 14:02:26 - Sem Categoria

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